segunda-feira, 9 de novembro de 2009

..."Desorganizado e alcoólatra"...


Matador de Rachel é frio, calculista e desafia a polícia.

O perfil psicológico de Jorge Cunha é de um pedófilo violento, desorganizado e que ataca meninos. Diferente do assassino de Rachel, que se mostrou organizado, frio, calculista e que, acima de tudo, desafia a polícia. De acordo com investigações policiais, Jorge se descontrola a partir do momento em que ingere bebida alcoólica e fuma maconha.

Parte para o ataque à criança, mas não se preocupa em não deixar pistas, tanto que já cumpriu 18 anos de prisão por matar um menino na Vila Oficinas (em Curitiba), tem mandado expedido por Matinhos e também um por Camboriú (SC), ambos por abuso sexual. A polícia consegue identificá-lo com certa facilidade.

No caso da Vila Oficinas, o menino Daimon foi morto por Jorge em meados de 1986. Ele o estrangulou, após abuso sexual, e abandonou o corpo próximo da linha do trem. Preso, cumpriu a pena e ganhou a liberdade há dois anos, beneficiado por um indulto.

Solto e já no litoral do Paraná, freqüentava o bar de propriedade dos pais de sua recente vítima. Não se preocupou em se esconder e convidou o menino várias vezes para ir até sua casa. Os pais não permitiram.

Porém, num dia em que comemoravam o aniversário de uma pessoa no bar, Jorge aproveitou o movimento e convenceu o garotinho a acompanhá-lo. Abusou dele e o deixou trancado num quarto até a manhã seguinte, quando o menino, que tinha menos de 5 anos, conseguiu pular a janela e fugir, voltando para a casa dos pais. Quando a polícia foi informada, Jorge já tinha desaparecido.


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